Você já acessou algum site e não conseguiu chegar aonde queria dentro dele? Já tentou comprar algum produto e não conseguiu por dificuldades ao navegar? Ainda existem muitos sites assim. E existe, também, uma “ciência” que estuda o comportamento do usuário enquanto navega: é a User Experience, ou UX, de forma resumida.

A UX, na verdade, começou lá atrás, no web design, ainda com a primeira linguagem de programação em html. Hoje, está em qualquer interface que utilizamos, seja um site, um produto físico ou um serviço. Com a evolução das tecnologias e linguagens, tornou-se cada vez mais necessário pensar antes de agir, ou seja: planejar no marketing antes de construir no web design.

 

Introduzindo a User Experience

Até algum tempo atrás, os sites eram pensados principalmente sob dois aspectos: ser mais fácil de programar e ser esteticamente bonito. Isso gerou vários problemas, desde os designs que se tornaram ultrapassados rapidamente até a questão da usabilidade, que é a forma como o internauta utiliza este site.

Daí surgiu a User Experience, que significa Experiência do Usuário, em português. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, os webmasters perceberam que alguns sites eram até esteticamente bonitos, mas definitivamente eram um terror na vida dos usuários. Naquela época, a maioria das pessoas tinha internet discada, de apenas 32 kbps. Imagine acessar um site programado em flash, com animações e imagens de vários MB. Era uma tortura!

Os sites evoluíram, ficaram mais leves. Aí o problema passou a ser outro: a dificuldade de navegar. Até o mais simples dos mais simples sites, o Google, tinha uma página recheada com um calhamaço de informações inúteis que só atrapalhavam as pessoas que queriam fazer uma simples pesquisa.

interfaces google 1988 e 2018

A UX passou, então, para uma etapa anterior, o planejamento. A partir daí, os profissionais de comunicação, designers e desenvolvedores que vem planejando novos sites tem um compromisso com a experiência do usuário antes mesmo de criar o primeiro layout ou código da página.

 

Os 5 erros comuns na Comunicação Corporativa

Vamos citar apenas cinco dos erros mais comuns na Comunicação Corporativa, focando no Marketing Digital e na User Experience dos sites e comunicações empresariais.

 

1. Hierarquia de Informações:

Muitos sites, blogs, ebooks são uma verdadeira bagunça, com informações desconexas e sem nenhuma forma de hierarquia. Isso faz com que os usuários abandonem o site, aumentando a chamada taxa e rejeição. Textos longos, sem destaque, repetições e omissão de informações, organização inadequada são os principais sintomas.Para corrigir, é importante planejar com antecedência, desenhando o mapa do site e criando o organograma de todas as páginas. Os textos devem ter parágrafos curtos, frases diretas e ser recortado com entretítulos, marcadores, numeradores ou outras formas de destaque das informações principais. Os menus também devem ser organizados e limpos para facilitar a navegabilidade.

 

2. Linguagem Visual:

Imagine um jardim de infância utilizando fontes de bandas de heavy metal. Parece inadequado, não é? Esse exemplo pode parecer exagerado, mas comportamentos como esses são muito comuns em sites de empresas pequenas e também grandes. Quando isso ocorre, a mensagem que o site passa definitivamente não se comunica com o usuário, com o cliente. Há um ruído no processo comunicacional que certamente arruína os negócios online.É sempre importante estudar as personas do negócio para, então, pensar em linguagens textuais e visuais que falem, que se comuniquem com este público. Estar adequado ao contexto do negócio e atingir a expectativa do usuário é essencial para garantir o sucesso.

 

3. Pensar na UX para mobile:

Onde você acha mais fácil encontrar seu cliente: num computador ou num celular? Todos os dados de acesso do Google, hoje, provam que as pessoas estão, cada dia mais, nos celulares. Por isso, pensar mobile e construir sites mobile friendly é condição primordial para o sucesso online da sua empresa.

Tanto que o desenvolvimento mobile first, onde a criação é feita inicialmente para dispositivos móveis para depois ser aplicada nos desktops, tem se tornado cada vez mais comum entre os profissionais do ramo.

 

4. Pensar em usuários básicos e avançados:

Temos pessoas diferentes também na internet. Há usuários básicos, que apenas acessam uma ou outra informação, mas temos os heavy users, aqueles que gostam de fuçar todos os botões do menu, navegar por todas as camadas de informações, preencher formulários e baixar conteúdos.Um bom site deve ser flexível: simples o bastante para cumprir sua promessa aos usuários básicos e completo o bastante para os heavy users, sem omitir informações e sem comprometer a navegabilidade. Isso vale para sites, ebooks, landing pages etc.

 

5. Padrões são importantes:

Imagine abrir um jornal e cada página ter um layout diferente, com botões e cores de modelos diversos. Você se sentiria confortável nessa navegação? Falta de padrão é uma das maiores causas de insegurança dos usuários.Usar padrões diferentes a cada produto ou página lançada sinaliza aos usuários que você não tem um negócio estável. Isso gera dúvidas e retrai os internautas. Por isso, esteja sempre alinhado à identidade visual da empresa e às escolhas de usabilidade já tomadas.

 

Conclusão

A UX deve ser uma rotina no trabalho de comunicação. Deve ser uma etapa comum a ser seguida dentro do processo. De fato, um dos pontos que mais garantem o sucesso das estratégias de conversão é a experiência do usuário.

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Por Felipe

22 de novembro de 2018

4 min. de leitura

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